Ana e Ana
No próximo domingo, quando comemorarmos a vitória da humanidade sobre as trevas, devermos lembrar de duas pessoas chamadas Ana. Uma que representa o que o povo brasileiro tem de melhor, a juventude engajada, participativa, inteligente, corajosa, feliz, que se chama Ana Elisa e estará em Porto Alegre hoje. A outra Ana representaria sem dúvida tudo isso dito da sua xará, mas infelizmente teve a sua trajetória interrompida por um assassino fardado, defendido por um assassino sem farda. É uma tristeza que rasga o coração ter de apresentar assim a história de Ana Clara, mas é preciso fazer isso para que outras famílias não sejam destroçadas pela ação de bandidos desumanos, representados nas últimas décadas por esta família criminosa que insiste em andar na superfície, quando deveria ter voltado há tempos para o esgoto de onde veio.
Tanto a alegria de Ana Elisa quanto a tristeza de Ana Clara nos colocam frente a uma decisão que será a mais importante das nossas vidas. Não é apenas uma decisão política, é uma escolha de vida. Ou de morte.
O voto, com todas as imperfeições e problemas implicados no sistema eleitoral, ainda é a expressão mais pura da garantia da democracia. E no próximo domingo, 25 de outubro, o voto de cada brasileiro e cada brasileira será muito mais do que o aperto de duas teclas, será a assinatura de um documento de redenção ou de condenação. Votar em Flávio Bolsonaro é votar pelo assassino de Ana Clara; votar em Lula 13 é dar uma chance à manutenção da vida, da alegria de Ana Elisa, da alegria de milhões de pequenas e pequenos brasileiros que ainda dependem de nós para decidir como será a sua vida. Votar em Lula 13 é permitir que o assassino de Ana Clara seja julgado e, se houver justiça de verdade, condenado.
Cabe a você, que vai votar, e também a você, que pretende não votar, tomar a decisão pela vida ou pela morte. Não imagino que você queira entrar para a história como avalista de um projeto de destruição do país, de destruição das pessoas, de destruição da vida.
As pesquisas já apontam a virada de Lula. A rede Globo capitulou e o Jornal Nacional já não consegue esconder mais os crimes de Flávio Bolsonaro e seus sócios mafiosos. A Folha também desistiu de encontrar recursos para livrar a cara do miliciano Zero Um. O Estadão também.
Quando a mídia hereditária, historicamente comprometida com as pautas das elites econômicas e que não tem nenhum escrúpulo em usar estratégias golpistas quando lhe convém, já não consegue mais esconder o currículo criminoso dos seus preferidos, não há nenhuma dúvida que o jogo virou.
Mas é preciso confirmar. De hoje até domingo é mobilização total, nas ruas e nas redes, seguindo as orientações de quem está dando as diretrizes para a campanha e levando para o mundo todo o nosso jeito de fazer política, com alegria, verdade e esperança. O jogo está quase ganho, mas o outro lado é sujo e canalha, por isso não podemos afrouxar.
Com ANA ELISA por ANA CLARA!!!!
*Imagem de destaque: montagem feita pelo autor a partir de imagens originais coletadas em:
https://www.instagram.com/reels/Da1TNbfJdQz/
https://www.instagram.com/p/DK0KaxDpPcD/
https://www.facebook.com/Lula/photos/1571655072903487/?locale=hi_IN
Acessos em 22/10/2026.

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